Marrocos: o país das cores
Volubilis
Aí vamos nós, estrada fora.
Desta vez, até Volubilis. Cidade que pertenceu ao Império Romano (século I a III) mas que foi fundada pelos Cartagineses no século III aC. Esta cidade é considerada o sítio arqueológico mais bem conservado em Marrocos e foi declarada património mundial da humanidade pela UNESCO em 1997. Confesso que fiquei um pouco desiludida com as dimensões e com o estado de conservação do local. Não desconsiderando a riqueza de património, nem a importância do local, penso que esta classificação poderá ser um pouco exagerada. Conímbriga, em Portugal, possuí património arqueológico de importância similar, em maior quantidade e melhor estado de conservação e é apenas considerado património nacional. Opiniões à parte, é um local de passagem obrigatório para quem se encontra nas imediações.
Do complexo destacam-se a Casa de Orfeu, o Capitólio e a Basílica, os mosaicos, o Arco do Triunfo e a Via Decumanus Maximus.
Desta vez, até Volubilis. Cidade que pertenceu ao Império Romano (século I a III) mas que foi fundada pelos Cartagineses no século III aC. Esta cidade é considerada o sítio arqueológico mais bem conservado em Marrocos e foi declarada património mundial da humanidade pela UNESCO em 1997. Confesso que fiquei um pouco desiludida com as dimensões e com o estado de conservação do local. Não desconsiderando a riqueza de património, nem a importância do local, penso que esta classificação poderá ser um pouco exagerada. Conímbriga, em Portugal, possuí património arqueológico de importância similar, em maior quantidade e melhor estado de conservação e é apenas considerado património nacional. Opiniões à parte, é um local de passagem obrigatório para quem se encontra nas imediações.
Do complexo destacam-se a Casa de Orfeu, o Capitólio e a Basílica, os mosaicos, o Arco do Triunfo e a Via Decumanus Maximus.
O primeiro dia do ano estava maravilhoso e o sol convidava a que prosseguíssemos caminho. Boa notícia: chegou a minha vez de conduzir. (Quem me conhece sabe que adoro conduzir!!!).
A paisagem era maravilhosa. Planícies a perder de visto, alcatifadas de verde e pontilhadas de oliveiras. Aqui e ali, figueiras do diabo e prados amarelos com as primeiras flores da primavera. Houve um momento em que nos deparámos com um prado amarelo que dava umas fotografias fantásticas, hesitei a encostar o carro e segui. Arrependi-me de não ter parado. Uma daquelas imagens que ficará gravada nas gavetas da memória. Fomos fazendo algumas paragens para repor o stock de fruta (as tangerinas e as bananas marroquinas eram deliciosas), de matloua (pão rústico, típico da região do Atlas, que é feito a partir de farinha de sêmola) e para apreçar algumas peças de cerâmica em barracas que se estendiam à beira da estrada.
Tentámos ir a Larache mas apanhámos uma procissão que nos fez voltar para trás e voltar a apanhar a auto-estrada para Arzila. Na autoestrada vimos de tudo, desde rebanhos de ovelhas a pastar nas valetas; a um senhor que atravessou a auto-estrada, com um enorme tronco de árvore; a um outro que, com um tapete debaixo do braço, decidiu estacionar o carro na faixa de abrandamento (do lado direito da faixa de rodagem), atravessando depois de nós passarmos para a valeta para ir fazer o seu ritual de oração.





Sem comentários:
Enviar um comentário