35 graus, nublado e ambiente abafado. Foi assim que encontrámos Bangkok, um ano e dois meses depois do primeiro encontro. Depois de sairmos de Oslo no dia anterior, num excepcional dia de sol e calor e de termos feito escala no Dubai, durante três horas, onde sentimos por uns minutos o calor desértico, foi com agrado que chegámos ao nosso destino. A surpresa do que íamos encontrar já não tem o impacto da primeira vez, mas não deixa de ser surpreendente o contraste com o Ocidente. Pode parecer paradoxal, mas a cidade lida com o caos de uma forma harmoniosa. Mais do que isso, faz parte do seu charme.
Do aeroporto internacional de Suvarnabhumi seguimos para Phaya Thai através do City Line. Daí apanhámos um tuk tuk até à Khao San Road, na zona antiga da cidade, onde ficava o hotel. Desta vez, sabendo com o que contar, negociámos os preços, porque já tínhamos noção do ano anterior de como as coisas funcionam.
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| Khao San Road, de dia |
Após o check in, apanhámos um tuk tuk e fomos directos para Wat Pho porque achávamos que fechava às 17:00, mas depois constatámos que fechava às 18:30. A visita a este templo já estava na lista há uns tempos e finalmente foi concretizada. Este templo é conhecido pela gigantesca estátua de Buda que se encontra deitado sobre si mesmo, representando a entrada de Buda no Nirvana e o fim de todas as reencarnações. Daí o nome de Buda Reclinado. A estátua, do século XVI, mede 46 metros de comprimento e 15 de altura e ao longo dos tempos foi envolvida em folhas de ouro.
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| Buda Reclinado - Wat Pho |
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| Wat Pho |
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| Wat Pho |
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| Wat Pho |
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| Wat Pho |
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| Wat Pho |
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| Wat Pho - Cerimónia budista |
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| Wat Pho - Cerimónia budista |
No momento em que a visitámos, estava a decorrer o restauro aos pés do Buda, um dos pormenores mais interessantes da estátua, que infelizmente não tivemos possibilidade de ver. Supostamente a palma dos pés estão divididos em 108 painéis onde se podem apreciar 108 símbolos auspiciosos associados a Buda. Na parte de trás da estátua estão também dispostas 108 taças onde alguns depositam moedas na procura de boa sorte.
As casas/templos do complexo de Wat Pho albergam a maior colecção de imagens de Buda de toda a Tailândia, no entanto isto não nos deixou impressionados. O complexo é ainda apontado como o berço da tradicional massagem Tailandesa.
Saímos do complexo por uma das portas laterais e acabámos por passar no hotel em que tínhamos ficado hospedados no ano anterior:
The Gate.
Seguimos para o Mercado dos Amuletos. Na zona Tha Maharaj Branch descobrimos um espaço extremamente agradável junto às docas. A fome já era bastante e acabámos por comer por ali, no ChouNan: pork with kimchi, beef yakiniku, acompanhado por um sumo de lima doce.
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| Tha Maharaj Branch |
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| Tha Maharaj Branch |
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| ChouNan |
Já estávamos super cansados e por isso decidimos ir até ao hotel. Fomos a pé, mas sem mapa, acabámos por nos desorientar e passámos pelo memorial de 14 de Outubro de 73 e depois pelo Monumento à Democracia. Daí até à Khao San Road foi um saltinho. Bem, aquela rua é uma loucura. Música, restaurantes e... barraquinhas daquelas que eu adoro!!!! Apetecia comprar milhares de calças, vestidos e pulseiras. Pelo caminho paguei 10 baths para tirar umas fotos a uma banca de insectos fritos e a senhora desafiou-me a provar um. Eu hesitei e ela deu o gafanhoto ao Tiago. Fiquei surpreendida quando ele o comeu e nem deu tempo para eu tirar a foto da praxe!!!
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| Royal Palace |
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| Monumento à Democracia |
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| Khao San Road, à noite |
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| Petiscos tailandeses - nham nham |
Depois de umas comprinhas lá fomos para o hotel. Com muita pena minha por não ter ido para a piscina que devia ter uma vista fantástica do topo, mas o cansaço era demasiado... Noutra oportunidade.
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| Caos dos cabos eléctricos típico do Sudeste asiático, neste caso, em Bangkok |
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| Coisas estranhas que se vêem nos transportes públicos do Sudeste Asiático ;) |
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