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| Greece |
Locais Património Mundial da Humanidade (UNESCO): Athens | Delphi | Meteora
Ano da viagem: 2015
Nome Oficial: República Helénica
Capital: Atenas
Língua Oficial: Grego
Moeda: Euro
Localização: Sul da Europa. Fronteira com a Albânia, a Macedónia, a Bulgária e a Turquia.
Visto: Isenção de Visto para cidadãos portugueses (3 meses).
Documentos necessários: Passaporte válido.
A não perder: Atenas, Meteora, Santorini.
*** *** *** *** *** ***
Porquê a Grécia?
Primeiro, porque ando sempre a ver oportunidades de viagem e a Grécia cruzou o meu caminho.
Segundo, porque visitar este país sempre fez parte do meu imaginário, ou não estivesse eu ligada ao ramo da História.
Terceiro, porque o Inverno escandinavo é longo e sabe sempre bem apanhar sol e saborear comida mediterrânea.
A Grécia é o berço civilizacional do Ocidente e é ponto de paragem obrigatório para todos os amantes da História e da Arte.
O período histórico pelo qual a Grécia é conhecida é o da Grécia Antiga, que se desenrolou entre 2000 a.C. e 146 a.C. e que lhe permitiu servir de batuta para as civilizações ocidentais. Legou-nos o modelo da democracia, separando os poderes legislativo, executivo e judicial, embora tivesse grandes limitações, pois para além de ser uma sociedade esclavagista, apenas cerca de 10% da população podia participar nas decisões políticas. O seu período áureo foi o século V, começando o declínio após a sua conquista pela Macedónia no século IV e, depois, em 146 a.C., com a conquista e transformação em província do Império Romano.
Em pleno século XXI, a Grécia voltou a dar um exemplo de cidadania. Relembrou-nos que os poderes políticos e económicos são para ser abanados de tempos a tempos para que se questionem e repensem. As eleições legislativas de Janeiro de 2015, com a subida ao poder do partido Syriza, pela mão de Alexis Tsipras, abalaram a Europa, com a sua posição anti-austeridade.
Quando isto ocorreu, já tínhamos comprado as viagens, de qualquer modo, parece-nos um excelente timing para ir conhecer a herança histórica grega e ver as consequências da actual viragem política.
Grécia, aqui vamos nós!
Primeiro, porque ando sempre a ver oportunidades de viagem e a Grécia cruzou o meu caminho.
Segundo, porque visitar este país sempre fez parte do meu imaginário, ou não estivesse eu ligada ao ramo da História.
Terceiro, porque o Inverno escandinavo é longo e sabe sempre bem apanhar sol e saborear comida mediterrânea.
O período histórico pelo qual a Grécia é conhecida é o da Grécia Antiga, que se desenrolou entre 2000 a.C. e 146 a.C. e que lhe permitiu servir de batuta para as civilizações ocidentais. Legou-nos o modelo da democracia, separando os poderes legislativo, executivo e judicial, embora tivesse grandes limitações, pois para além de ser uma sociedade esclavagista, apenas cerca de 10% da população podia participar nas decisões políticas. O seu período áureo foi o século V, começando o declínio após a sua conquista pela Macedónia no século IV e, depois, em 146 a.C., com a conquista e transformação em província do Império Romano.
Em pleno século XXI, a Grécia voltou a dar um exemplo de cidadania. Relembrou-nos que os poderes políticos e económicos são para ser abanados de tempos a tempos para que se questionem e repensem. As eleições legislativas de Janeiro de 2015, com a subida ao poder do partido Syriza, pela mão de Alexis Tsipras, abalaram a Europa, com a sua posição anti-austeridade.
Quando isto ocorreu, já tínhamos comprado as viagens, de qualquer modo, parece-nos um excelente timing para ir conhecer a herança histórica grega e ver as consequências da actual viragem política.
Grécia, aqui vamos nós!
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